São Paulo/ Brasil – Inédito no Rio

Teatro
 
Direção, concepção e adaptação: André Guerreiro Lopes.
Texto: extratos de “As três irmãs”, de Anton Tchekhov.
Atuação: Helena Ignez, Djin Sganzerla, Michele Matalon, Roberto Moura, Samuel Kavalerski, Fernando Rocha e André Guerreiro Lopes.

Participação especial: Grupo Embatucadores   
 

Sobre a Cia. Estúdio Lusco Fusco:


Fundada em 2007, em São Paulo, por André Guerreiro Lopes e Djin Sganzerla, o Lusco-Fusco é um estúdio de criação teatral e audiovisual que explora a interseção de linguagens artísticas como o teatro físico, cinema e artes visuais. Esteve no Cena Brasil em 2015, quando apresentou as peças “O livro da grande desordem e da infinita coerência” (eleita pela Folha de São Paulo o 2º melhor espetáculo de 2013) e “Ilhada em mim – Sylvia Plath” (indicada ao Prêmio APCA 2014 de melhor direção).
 
Diretor da Cia., André Guerreiro Lopes foi integrante do Theatre de L’Ange Fou, em Londres, e atuou como assistente de direção de Robert Wilson nos espetáculos “Garrincha” e “A dama do mar”, além de ter atuado em montagens da Cia. do Latão e do CPT/Sesc de Antunes Filho.
 
 
Sobre “Tchekhov é um Cogumelo”:


Em uma síntese livre da peça "As três irmãs", de Tchekhov, a montagem da Cia. Lusco-Fusco aborda temas como apatia, caos, medo e desejo de mudança, ecoando as contradições do tempo presente. O espetáculo marca os 10 anos da Cia. e representa o reencontro em cena de Helena Ignez e Djin, mãe e filha na vida real.
 
Em cena, o espetáculo combina múltiplas linguagens para retratar a vida de três mulheres fixadas em um tempo arruinado, acuadas por um mundo em transformação. No palco, Djin Sganzerla, Helena Ignez e Michele Matalon, atrizes de gerações distintas, criam um jogo cênico que embaralha os diversos tempos: serão as três irmãs ou a mesma mulher em três momentos da vida?
 
O espetáculo também leva ao palco cenas de uma rara entrevista em vídeo gravada em 1995 com o diretor José Celso Martinez Corrêa sobre o processo de criação da peça "As três irmãs", realizada pelo Teatro Oficina em 1972, e que envolveu o uso de alucinógenos. A entrevista projetada em cena foi gravada pelo próprio diretor do espetáculo, André Guerreiro Lopes, na época um jovem estudante de teatro.
 
A cada apresentação, o diretor também vai à cena e interfere de forma inusitada no espetáculo. Sentado em silêncio vestindo um capacete de eletrodos, sua atividade cerebral, emoções e ondas mentais são captadas e transformadas em impulsos elétricos que acionam ao vivo uma instalação sonora e visual criada pelo músico Gregory Slivar. A atividade invisível da mente do diretor interfere na ação, controlando frequências que vibram poças d’água e tocam sinos, completando o mosaico desta experiência teatral.

Classificação etária: 14 anos

Ficha Técnica:

 

Direção, concepção e adaptação: André Guerreiro Lopes
Texto: Extratos de “As Três Irmãs” de Anton Tchekhov
Elenco: Helena Ignez, Djin Sganzerla, Michele Matalon, Roberto Moura, Samuel Kavalerski e Fernando Rocha
Cenário e figurinos: Simone Mina
Direção musical e instalação sonora: Gregory Slivar
Iluminação: Marcelo Lazzaratto
Assistente de direção e direção de cena: Rafael Bicudo
Preparação de canto e músicas tradicionais: Roberto Moura
Participação especial: Grupo Embatucadores
Operação de luz: Ricardo Barbosa
Operação de som: Renato Garcia
Operação de vídeo: Ricardo Botini
Assessoria de imprensa: Rachel Almeida / Racca Comunicação
Produção Rio: Sandro Rabello / Diga Sim Produções
Direção de produção: Djin Sganzerla / Mercúrio Produções Ltda